“Cenas Diversas: Cena Negra” na Casa de Cultura Mario Quintana

Mais uma edição do famoso projeto “Cenas Diversas: Cena Negra”, acontece nos dias 28, 29 e 30 de maio! Durante o evento, diversos temas sobre a diversidade e estética afro-brasileira vão ser abordados. Espetáculos vindos do Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul direto para a Casa de Cultura Mario Quintana. E tem mais: Uma oficina do Coletivo Corpo Negra será oferecida para os interessados! Afirmação, reconhecimento de si próprio e do outro, identidade, diálogos, união e fortalecimento também serão temas de diálogos através da arte. Toda a programação tem entrada franca!

 

O Plano Anual de Atividades 2018-2019 da CCMQ tem incentivo da Lei Rouanet, patrocínio do Banrisul, planejamento e gestão da Cida Cultural e realização da Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), Associação dos Amigos da Casa de Cultura Mario Quintana e da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania/Governo Federal. 

 

Serviço “Cenas Diversas: Cena Negra”:

 

*28 de maio (terça-feira)

Oficina “Eu, Corpo Memória” do Coletivo Corpo Negra (RS)

Hora: 13h30 às 17h30

Local: Sala Cecy Frank

Inscrições: gratuitas, feitas previamente pelo e-mail oficinaplanoanualccmq@gmail.com

 

28 de maio (terça-feira)

Espetáculo Stand Up com Yuri Marçal (RJ)

Hora: 19h

Local: Teatro Bruno Kiefer

Entrada gratuita, com retirada de senhas uma hora antes.

 

*29 de maio (quarta-feira)

Espetáculo “Carta à Madame Satã” (SP)

Hora: 19h

Local: Sala Carlos Carvalho

Entrada gratuita, com retirada de senhas uma hora antes.

 

*30 de maio (quinta-feira)

Espetáculo “Bixas Pretas: da rejeição ao fetiche” (RS)

Hora: 19h

Local: Sala Carlos Carvalho

Entrada gratuita, com retirada de senhas uma hora antes.

 

- Sobre a Oficina:

 

“Eu, Corpo Memória” (RS) é uma oficina de dança, construída com referência no último trabalho, do Coletivo Corpo Negra, inspirado em mulheres pretas de gerações anteriores, que resgatará a memória, corporeidade, musicalidade e ancestralidade: alguns dos valores constituintes da cultura afro brasileira. A oficina é gratuita e aberta ao público a partir de 16 anos. As inscrições devem ser feitas antecipadamente pelo e-mail oficinaplanoanualccmq@gmail.com.

 

 

-Sinopses dos espetáculos:

 

“Acendam as luzes”, Stand Up Comedy com Yuri Marçal (RJ) é o maior representante do movimento negro da comédia nacional e um dos ícones da representatividade pela luta contra o racismo no Brasil. Formado em teatro e TV pela Escola de Atores Wolf Maya, teve seu início na comédia em fevereiro de 2016 num curso ministrado pelo humorista Fábio Rabin. Desde então, coleciona shows nas capitais do Brasil e participações em quadros de TV, como Comedy Central e Multishow. Foi semifinalista do quadro "Quem chega lá" do Domingão do Faustão e tem milhões de visualizações em seus vídeos na sua fan page. Fez também participações no Programa do Porchat (Record TV) e no Pânico na Rádio Jovem Pan. Conhecido também pelo seu personagem Michelzinho de Oxóssi, Yuri tem como principal característica o humor crítico, que abrange o racismo, intolerância religiosa e homofobia em seu Stand Up Comedy.

 

“Cartas à Madame Satã Ou Me desespero sem notícias suas” (SP) é o último espetáculo de uma trilogia denominada “Dos desmanches aos sonhos”. Na qual a Cia Os Crespos investiga as relações entre afetividade, negritude, gênero e o impacto da escravidão na maneira de amar. O monólogo é costurado por sambas que dialogam com a figura de Madame Satã e com um arquétipo sobre o negro, por essa figura reconstruído. O texto, cuidadosamente elaborado por José Fernando de Azevedo, coloca em cena um discurso sincero e aberto, através do qual se busca a correspondência com um interlocutor que se confunde entre o Madame Satã mítico e o público ali presente. Com direção de Lucélia Sergio e interpretação de Sidney Santiago Kuanza o espetáculo estreou em 2014, em São Paulo. Sidney estreou na televisão no seriado “Turma do Gueto”, em 2002, da TV Record. Três anos depois, em 2005, participou de outra série, “Carandiru – Outras Histórias”, da TV Globo. Também teve atuações marcantes nas novelas “Queridos Amigos”, “Caminho das Índias” e “Escrava Mãe”. No cinema participou  de “Herácles em os 12 trabalhos”.

 

“Bixas Pretas: da rejeição ao fetiche” (RS) é uma obra que aborda a problemática da objetificação das corporeidades negras LGBTQI+. Ao som de artistas negrxs como MC Carol, Baco Exu do Blues e Mc Lin da Quebrada, as coreografias criticam o estereótipo macho-ativo esperado nas relações homoafetivas. A Cultura Hip Hop, Ballroom Scene e Cena Drag, Danças Urbanas, Voguing, Stiletto, O Funk Carioca e a Dança Afro Brasileira, além de manequins extravagantes, globo espelhado e carrinho de supermercado que expõem os “produtos” compõem a atmosfera deste trabalho que visa mostrar que lutar por equidade e respeito é um ato de resistência. Jovens artistas negrxs que se uniram através das situações de marginalização comuns aos indivíduos dos seus grupos sociais, com o propósito de apresentar um trabalho de cunho social e político.

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