Programação do Instituto Ling


De 19 a 24 de novembro, o Instituto Ling traz uma programação variada, com cursos e atrações culturais.

Entre os destaques da semana está a abertura da exposição A Estranha Xícara, do artista e fotógrafo Luiz Carlos Felizardo, na terça-feira, dia 20. Na ocasião, o artista e a curadora Mônica Zielinsky farão um bate-papo aberto ao público, com entrada franca.

Na quinta-feira, dia 22, o violoncelista russo Pavel Gomziakov e violonista espanhol Ricardo Barceló apresentam um programa composto por obras de Ricardo Barceló, Cassadó, Daniel Wolff, Schubert e Tchaikowsky.

Também na quinta, tem início o curso O Subsolo de Dostoiévski, sobre a obra do escritor russo, com o professor Antonio Barros de Brito Junior.

O espetáculo Comunidade - concebido, dirigido e protagonizado por Ismael Caneppele - segue em cartaz, com sessões na sexta e no sábado, dias 23 e 24.

PROGRAMAÇÃO

ENTRADA FRANCA - Abertura da exposição A Estranha Xícara

Artista: Luiz Carlos Felizardo

Curadoria: Mônica Zielinsky

Abertura: 20 de novembro, às 19h. Na ocasião, o artista e a curadora farão uma conversa aberta ao público sobre a exposição

Período de visitação: de 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019

Local: Galeria do Instituto Ling

Horário: de segunda a sexta, das 10h30min às 22h e sábados, das 10h30min às 20h

Entrada Franca

Agendamento grupos e escolas: solicitações pelo email educativo@institutoling.org.br ou pelo fone (51) 3533-5700

https://www.institutoling.org.br/index.php/exposicoes/a-estranha-xicara-exposic-o-de-luiz-carlos-felizardo.html

Instituto Ling - Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras | Porto Alegre

Fone: 51 3533-5700 | Email: instituto.ling@institutoling.org.br

De 20 de novembro de 2018 a 23 de março de 2019, o Instituto Ling apresenta a exposição A Estranha Xícara, do artista e fotógrafo Luiz Carlos Felizardo. Por ocasião da abertura da exposição, na terça-feira, 20 de novembro, às 19h, o artista e a curadora Mônica Zielinsky farão uma conversa aberta com o público. A entrada é franca, por ordem de chegada.

A exposição traz 18 fotografias e montagens digitais, realizadas entre os anos de 2011 e 2017, que dão conta de uma transformação na carreira de Felizardo, em que o artista explora tecnologias digitais para compor imagens com novas técnicas e possibilidades criativas. A mostra é composta também por 35 objetos pessoais, como brinquedos que o artista ganhou e peças de seus antepassados.

Felizardo começou a trabalhar nas montagens de A Estranha Xícara em 2011, em razão de uma ataxia que lhe impôs sérias dificuldades motoras. Assim, o ambiente em que vivera por 40 anos - o laboratório fotográfico tradicional - precisou ser deixado para trás e o artista buscou, a partir de então, explorar novos suportes e técnicas para seu trabalho. Para ele, a exposição é uma espécie de homenagem aos objetos de sua história pessoal: "Esses objetos conviveram comigo por muitos anos - alguns pela vida inteira, alguns bem mais velhos do que eu mesmo. De alguma forma, todos eles estiveram e estão presentes em tudo o que fiz e faço. Fotografá-los foi a maneira que encontrei de prestar-lhes uma homenagem, dando-lhes o uso que não têm quando estão limitados a espiar-nos", escreve em seu texto (leia na íntegra aqui: https://goo.gl/ou3Bi2). O título da mostra refere-se ao poema Cerâmica (1962), de Carlos Drummond de Andrade: Os cacos da vida, colados, formam uma estranha xícara./ Sem uso, / ela nos espia do aparador. Para o artista, o conjunto de imagens que resultou na exposição contém essa ideia.

Para a curadora Mônica Zielinsky, Felizardo revela aptidão para retrabalhar as próprias imagens e fazer uma instigante reconfiguração dos sentidos dos objetos ou lugares do passado, realizando uma generosa transformação que aponta novas realidades, composições e reconstruções: "O artista traz à luz diversas sutilezas de sua inegável memória afetiva de todos os tempos e, simultaneamente, ressonâncias que tangenciam um sutil veio de reverberação cultural. Entre os ágeis fluxos do passado ao presente ou do presente ao passado, esses trabalhos se fundamentam em distintos regimes de historicidade ao permitirem, também, pensar o futuro", afirma em seu texto curatorial (leia na íntegra aqui: https://goo.gl/ou3Bi2).

A exposição é organizada pelo Instituto Ling com patrocínio da Fitesa Nãotecidos SA e financiamento do Pró-cultura RS / LIC - Lei de Incentivo à Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Pavel Gomziakov & Ricardo Barceló

Dia 22 de novembro, quinta-feira, às 20h

Classificação Etária: Livre

Ingressos: R$ 40 (50% desconto para estudantes, pessoas com deficiência e +60)

Pontos de venda

Online: https://www.institutoling.org.br/programac-o-cultural/pavel-gomziakov-ricardo-barcelo-22-11-2018-20h.html

Presencial: Instituto Ling (R. João Caetano, 440). De segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h; sábados, das 10h30 às 20h.

Endereço: Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras | Porto Alegre

Fone: 51 3533-5700 | Email: instituto.ling@institutoling.org.br

No dia 22 de novembro, quinta-feira, às 20h, o violoncelista russo Pavel Gomziakov e violonista espanhol Ricardo Barceló apresentam um programa composto por obras de Ricardo Barceló, G. Cassadó, Daniel Wolff, F. Schubert e P. Tchaikowsky.

Pavel Gomziakov nasceu na cidade de Tchaikovsky, na região dos Urais, na Rússia. Diplomou-se pelo Conservatório Nacional de Paris, na classe de Philippe Muller e estreou nos Estados Unidos, em 2010, com a Sinfônica de Chicago, sob a direção de Trevor Pinnock. Desde então, tem atuado regularmente na Europa, nas Américas e no Japão. Compromissos recentes incluíram apresentações com a Orquestra de Câmara Finlandesa, a Orquestra do Capitólio de Toulouse, a Orquestra Nacional Russa, a Sinfónica de Seattle, a Orquestra Gulbenkian, I Pomeriggi Musicali Milano, a Südwestdeutsche Philharmonie Konstanz, a Orquestra de Avignon, a Filarmónica Nacional da Rússia, a Nova Filarmónica do Japão, a Orquestra de Câmara de Londres, a Orquestra Nacional de Montpellier, ou a Orquestra Nacional de Lille. Pavel Gomziakov colaborou com a pianista Maria João Pires num disco dedicado a Chopin (DG, 2009) que foi nomeado para um Grammy, além de diversas atuações conjuntas na Europa, no Extremo Oriente e na América do Sul. Tem extensa atuação na música de câmara e, atualmente, é o docente responsável da classe de violoncelo do Departamento de Música da Universidade do Minho, em Braga, Portugal.

Ricardo Barceló é guitarrista, docente, compositor e investigador, licenciado pelo Real Conservatório Superior de Música de Madrid. Ganhou os prémios "Alírio Díaz" (Sevilha, 1987) e "Abel Carlevaro" (Madrid, 1990) e foi laureado no I Concurso de Composição Hispano-Luso para Guitarra Clássica "Ciudad de Badajoz" (Badajoz, 2006), pela sua obra "Máscaras". É autor de livros didáticos para violão, além de obras para violão e música de câmara, e revisões e digitações de vários compositores. Além de manter atividade internacional como intérprete de guitarra clássica e romântica, e docente em master-classes, é convidado frequentemente para integrar júris e participar em conferências sobre a guitarra. Desde 2011, é Diretor Artístico e Pedagógico do Festival Internacional de Guitarra de Maldonado - Uruguai. É professor da Licenciatura em Música - Guitarra Clássica, e do Mestrado em Ensino de Música, no Departamento de Música da Universidade do Minho, em Braga - Portugal.

Programa

Violão solo - Ricardo Barcelò

Máscaras II

Murgotán

Tanguez de Arena

Violoncelo solo - Pavel Gomziakov

G. CASSADÓ - Suite em ré menor

Violoncelo e Violão

F. SCHUBERT - Sonata Op. 821, em lá menor, "Arpeggione"

DANIEL WOLFF - Púrpura

RICARDO BARCELÓ - Un emigrante en Carnaval

P. TCHAIKOWSKY - Valse sentimentale, op.51, nº 6

CURSO - O Subsolo de Dostoiévski

Com Antonio Barros de Brito Junior

Dias 22 e 29 de novembro (quintas-feiras), das 19h30 às 21h30

Aula 1 - Os personagens de Dostoiévski no subsolo

Aula 2 - A literatura no subsolo: vingança, inveja, humilhação

Inscrições: https://www.institutoling.org.br/cursos/o-subsolo-de-dostoievski.html

Investimento: R$ 180,00. Os valores podem ser parcelados em até 06 vezes nos cartões de crédito.

Ponto de venda presencial: Instituto Ling (R. João Caetano, 440). De segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h; sábados, das 10h30 às 20h.

Em dois encontros, o objetivo principal deste curso é discutir a literatura do subsolo, radicada na obra de um dos escritores mais conhecidos e lidos no mundo, o russo Fiódor Dostoiévski, por meio de passagens marcantes de seus livros. A ideia do subsolo - presente literalmente em um dos seus mais destacados livros, Notas do Subsolo - acompanha, na verdade, toda a sua obra. É uma temática persistente que envolve outros temas, como a figura do duplo, a humilhação, a vergonha e a vingança.

Antonio Barros de Brito Junior é Doutor e mestre em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Professor do Departamento de Linguística, Filologia e Teoria Literária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

TEATRO - Ponto de Teatro - Comunidade

Com Ismael Caneppele (concepção, direção e atuação), Carina Levitan (criação sonora) e Ricardo Vivian (criação visual)

Dias 23, 24 e 30 de novembro e 1 de dezembro - sextas-feiras às 20h e sábados às 18h.

Duração: 60 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Ingressos: R$ 40 (50% desconto para estudantes, pessoas com deficiência e +60)

Pontos de venda

Online: http://www.institutoling.org.br/index.php/programac-o-cultural.html

Presencial: Instituto Ling. De segunda a sexta-feira das 10h30 às 22h; sábados, das 10h30 às 20h.

Fone: 51 3533-5700 | Email: instituto.ling@institutoling.org.br

Instituto Ling - Rua João Caetano, 440 | Bairro Três Figueiras | Porto Alegre

O Instituto Ling apresenta o espetáculo Comunidade, com concepção, atuação e direção do escritor e ator Ismael Caneppele. A peça marca o encerramento da temporada 2018 do projeto Ponto de Teatro - que visa impulsionar a produção de artes cênicas no Rio Grande do Sul. Contemplada no edital do projeto, Comunidade terá sessões nas sextas-feiras às 20h, e sábados às 18h, de 16 de novembro a 1 de dezembro.

Baseado no livro O Estrangeiro, do escritor Albert Camus, Comunidade é uma performance teatral na qual Ismael Caneppele encena o próprio mergulho na persona de Camus, tendo como espinha dorsal a vida desse argelino de "pé negro", um dos mais importantes pensadores do absurdo. O espetáculo é um solo que faz uso das tecnologias de luz, som e projeção, para atualizar os conflitos propostos por Camus na primeira metade do século passado, transbordando os limites entre ficção e realidade.

Iluminação, projeções, elementos de figurinos, objetos e sonoridades foram concebidos pela música e artista visual Carina Levitan (criação sonora) e pelo iluminador Ricardo Vivian(criação visual). A fotografia foi realizada de modo analógico pela fotógrafa Tuane Eggers, que atua no filme Os Famosos e os Duendes da Morte (2009), de Esmir Filho, baseado em livro homônimo de Ismael.

Esta programação integra o projeto Ponto de Teatro, que tem patrocínio da Fitesa e financiamento do Governo RS / Sistema Pró-Cultura / Lei de Incentivo à Cultura - LIC/RS.

#Novembro18

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