República do Brasil e a Consciência Negra


Mês a Mês na História – edição de novembro

De 06 a 30 de novembro, no primeiro andar do Memorial do RS

De terça a sábado, das 10 h às 20 h (no período da 64ª Feira do Livro)

Rua Sete de Setembro, 1020 – Praça da Alfândega

Centro Histórico de Porto Alegre/RS

O projeto Mês a Mês na História, idealizado e executado pelo Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (Secretaria de Estado da cultura, Turismo, Esporte e Lazer), desde julho do ano passado, inicia a exposição de novembro no dia 06 (terça-feira), a partir das 10 horas. A mostra tem entrada franca e pode ser conferida no segundo andar do Memorial do Rio Grande do Sul, na Praça da Alfândega. A edição deste mês coloca em evidência documentos originais do acervo do AHRS relacionados à República brasileira e o mês da Consciência Negra.

Novembro é marcado por acontecimentos emblemáticos na História do Brasil, como a República brasileira, iniciada em 1889, além da morte de Zumbi, em 20 de novembro de 1695 – data que assinala o Dia da Consciência Negra. A historiogáfa do AHRS, Rejane Penna, esclarece que essas duas temáticas foram aproximadas já que o movimento republicano era abolicionista.

A mostra apresenta os primeiros momentos da República e dos negros recém-libertos. “Para cumprir nosso objetivo de tornar conhecidos itens diversos do acervo do AHRS, escolhemos boa parte do material da coleção Pedro Correa do Lago, além dos Fundos de Iconografia, Justiça, Polícia, Arquivos Privados e Fazenda, entre outros”, revela Rejane.

A pesquisa foi realizada por parte da equipe do AHRS: Vivian Eiko Fusijawa (arquivista), Rejane Penna Martins (historiógrafa) e Carlos Eduardo Pereira – estagiário e acadêmico de História. No anexo os materiais apresentados.

O projeto busca valorizar e incentivar a leitura de fontes primárias com a exposição de documentos de interesse do público, que trazem um conhecimento inestimável sobre a História do Rio Grande do Sul e do Brasil. Por outro lado, o desconhecimento desse material, mesmo entre o público erudito, torna essa documentação invisível e incapaz de cumprir sua utilidade como vestígios materiais da existência dos homens em vários tempos e lugares.

#Novembro18

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